A gravidez sem tabaco
Os malifícios do tabaco durante a gravidez
Durante a gravidez, o bebé recebe o oxigénio através do seu sangue. Quando fuma, o sangue transporta monóxido de carbono e outras substâncias nocivas contidas no cigarro. Estas substâncias vão atravessar a placenta e afetar diretamente o seu bebé. São várias as potenciais consequências do consumo de tabaco durante a gravidez:
- Antes mesmo de estar grávida, o tabaco influência a fertilidade: as fumadoras, em média, demoram mais tempo a engravidar, principalmente se o consumo de tabaco for elevado. A taxa de sucesso de FIV (fertilizações in vitro) é menor junto das fumadoras.
- O risco de aborto aumenta duas vezes e o de uma gravidez extra-uterina aumenta três vezes para as mulheres fumadoras.
- O tabaco aumenta 3 vezes o risco de parto prematuro, e aumenta o risco de atrasos no crescimento intra-uterino. Pode também conduzir a malformações fetais, e algumas situações de morte fetal in utero também lhe são imputadas.
- Após o nascimento, o risco de morte súbita do bebé aumenta caso a mãe tenha fumado durante a gravidez.
- As infeções respiratórias e a asma são mais frequentes nos bebés de mães fumadoras.
- O tabagismo passivo apresenta perigos equivalentes ao de um consumo baixo de tabaco. Durante a gravidez, evite por isso todos os locais com fumo e não hesite em pedir que não fumem à sua volta.


